sexta-feira, 8 de março de 2013

Eleito, Marco Feliciano é acusado de estelionato e homofobia

Alvo de polêmica por declarações consideradas homofóbicas e racistas, Feliciano, que é pastor evangélico, responde uma ação penal e um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal). Na ação penal, ele é acusado de estelionato por ter recebido R$ 13,3 mil para realizar dois cultos religiosos no Rio Grande do Sul, mas não comparecer aos eventos. No inquérito, Feliciano responde por preconceito e discriminação por uma fala supostamente homofóbica em uma rede social. Ele já foi alvo de outro inquérito por injúria que foi arquivado no fim do ano passado.

Apesar de toda a repercussão negativa, Feliciano foi eleito para presidir a Comissão dos Direitos Humanos da Câmara.

Sua eleição motivou internautas a marcarem manifestações em menos dez cidades. Pela rede social Facebook, a maior parte das manifestações foi marcada para acontecer no sábado (9) e prometem ser um ato de repúdio ao comando do pastor evangélico no colegiado.

Em São Paulo, onde o ato está marcado para acontecer na avenida Paulista, na região central da cidade, 17 mil pessoas confirmaram presença no site do evento. Também há atos convocados no Rio, em Porto Alegre, em Salvador, em Feira de Santana, em Fortaleza, em Juiz de Fora, em Uberlândia, em Curitiba, em Brasília e até em Buenos Aires, na Argentina.


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